sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Tirando as dúvidas com a tia Célia querida!!!

Oi Família!!!
Para tirar qualquer dúvida, deixarei aqui o e-mail que recebí do Mazão, no qual a tia Célia explica quais os encontros, onde, como, quem, e tudo mais... mandem idéias, vamos manter contato!!!

Vai aí, na íntegra:

"Nós temos que manter uma tradição do pedido que Dona
Nenza sempre nos fez de nos mantermos unidos. No último reveillon, do
qual ela não participou fisicamente, porque partiu dia 29 de dezembro,
ela fez questão de todos os filhos e netos presentes.
Considero a família como a primeira sala de aula onde aprendemos
para a escola da vida a conviver com os diferentes, mesmo discordando
de suas idéias e comportamentos, mas aceitando-os como diferentes.
A riqueza da união não é conviver bem com quem nós temos afinidades,
isso é fácil e qualquer um faz, mas conviver bem com quem é diferente
de nós e com quem não temos afinidade nenhuma. E essa lição nós
começamos a aprender na família.
Isso vai ficando mais fácil quando a gente reflete que Deus
manifesta em toda a Sua criação e que o Raio de Luz de Sua Presença
está tanto em minha alma -- oculta por detrás da nossa personalidade,
por pior comportamento que ela demonstra -- quanto na alma de
qualquer um outro.
A Totalidade, a Unidade, que podemos chamar de Deus não se limita a
um Raiozinho, mas a todos os Raios manifestados e por manifestar, ao
Infinito. Então a riqueza da criação está justamente nesta
manifestação da diversidade, que em nossa consciência, tem de se
tornar um dia uma unidade.
Mas pensando bem o mundo seria de uma monotonia incrível se todo
mundo pensasse de maneira semelhante, a evolução quase seria
impossível, porque viveríamos muito acomodados.
Estou feliz de ver que houve aceitação global -- de norte a sul --
ao pedido da Patrícia. Dêem sugestões de como poderíamos nos
organizar para ser uma festa alegre, participativa, com a presença do
maior número possível dos "moicanos" da tribo.
Imaginem como seria o revival da família, como Patrícia está chamando
a esta união através dos encontros, e mandem sugestões. Divulguem,
participem. Fale com Luiz, Lúcia, Celso e família que estamos
aguardando sugestões de todos. Dessa vez essa turma competente daí não
nos escapa, tratem de arranjar um tempinho e mandar as sugestões para
nós.
Lúcia e Luiz, tia Regina e tia Cidinha vão ser os encarregados das
orações -- tem que ser algo alegre, que expresse a nossa gratidão pela
união e pelo dom da vida, que toque os corações, principalmente dos
jovens, para o verdadeiro significado da vida, a razão pela qual
estamos aqui na escola da vida nesta morada que o planeta Terra nos
proporciona. É bom a gente lembrar que não existe acaso -- existe um
Plano Divino perfeito para todos nós. E não é por acaso que todos
pertencemos a essa família -- temos algo a aprender aí e muito a
ensinar aí. Na escola da vida não existe um que ensina e outro que
aprende -- ambos ensinam e aprendem mutuamente e ao mesmo tempo. Os
maiores instrutores nossos não são os que douram as pílulas para nós,
mas os que nos cutucam com vara curta e não nos deixa acomodar,
cristalizar em nenhum ponto.
Gosto de imaginar que a Casa do Pai tem muitas moradas e quero
aprender as lições aqui para poder fregüentar outras escolas, noutras
moradas da Casa do Pai. A evolução é infinita e nós temos muito que
aprender e não podemos achar que por estarmos velhos -- eu, com meus
setenta anos, por exemplo -- que já não dou conta de aprender mais.
Quero morrer lúcida e aprender com a morte, esta grande instrutora
que me aguarda e para a qual eu me preparo conscientemente para viver
esta última grande lição da minha passagem aqui. Preparo como:
- desapegando de minhas idéias, de meus conceitos, de meus
preconceitos, de minhas pequenas verdades limitadas pela minha mente
mentirosa,
- desapegando de tudo e de todos, como se fossem propriedade minha,
viu com enumerei tudo como "meu", nada aqui nos pertence, partimos
deixando tudo, até o corpo físico que usei para estar aqui nesta
morada e
-- unindo-me a tudo e a todos com o coração.
É claro que esta preparação se faz no dia a dia, a vida vai me
testando, quando penso que já me libertei de uma coisa, aquilo volta
com uma força total -- somos aprendizes de jardim de infância o tempo
todo -- mas vale a intenção e a busca consciente de aprender e a fé na
misericórdia e na graça divina, que nos ajuda a levantar das inúmeras
quedas, a levantar, a sacudir a poeira, a dar a volta por cima (como
na canção) e a prosseguir. Tia Célia."



Gente! vamos manter esse contato!!!
Thanks,



Mariângela






Hoje a foto é do papai e do padre Maia, jogadores de seleção!!!
M I R U !!! S E L E Ç Ã O !!!
M I R U !!! S E L E Ç Ã O !!!
M I R U !!! S E L E Ç Ã O !!!


(esq->dir) Papi Miru, Amorzinho, ñ sei, Pe. Maia...rs...




quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ainda estou sem sequência...


Hoje passei o dia inteiro pensando e tendo "certezas" do que eu iria escrever, chega a hora: splash! ; não sou a escritora ou colunista cheia de idéias interessantes, únicas e perfeitas para o momento... pois é, espero que seja de família...rs...

Bom, achei aqui uma foto dos meus pais, (Miru e Cidinha), na época de namoro em Mogi das Cruzes, São Paulo; na época os dois trabalhavam no Banco da Lavoura, que viria a ser o Banco Real, do dr. Aluísio Faria, e hoje o Banco ABN AMRO Real. Na verdade, esse banco marcou as nossas vidas, já que o papai e mamãe se conheceram por trabalharem nele; mais tarde, muuuuito mais tarde, (depois de mais de 14 mudanças entre casas, cidades e países), o Júnior (meu irmão lindo e show de bola) e eu também fizemos parte do quadro de funcionários...

Ficamos muitos anos morando longe da família, dos nossos avós, tios e primos, por isso nos unimos muito, os quatro, na tentativa de suprir em parte a falta dessa convivência com nossas raízes. Mas todas as férias, não preciso nem dizer, vínhamos ao Brasil e era uma festa só!!! Achavamos que teríamos novidades o bastante por morarmos fora do Brasil, porém quando reencontrávamos os parentes, nossa.. eram gargalhadas, lágrimas de emoção, e as lembranças que eram contadas e recontadas, geralmente em volta de alguma mesa farta em alimentos. Tinha de tudo, café, leite, todo tipo de biscoito, queijos, salame (que eu chamo de mortadela, e demorei a saber que era a mesma coisa), pães, mingau, iogurte, sucos, doces diversos, pão de queijo, e tudo mais, (porque se eu for me lembrar de cada coisa, nú!!! eu ficaria dias aqui, já que todos apreciam uma boa comida)...; e o que me pergunto hoje é se a mesa era pretexto para nos reunirmos todos, ou se é alguma coisa que já vem de mais tempo, da época dos meus avós vivos, já que eram muitos filhos na casa e a forma mais fácil de reuní-los era em volta de uma mesa, ou nos momentos em que fariam alguma refeição; porque se formos analisar, na casa de cada tia e tio dos Caldeira Brant tem uma mesa farta e as reuniões são sempre em torno das mesmas... e aí? quem se habilita a responder??? Ah! e a maioria das mesas nas casas de cada tio ou tia é do lado de fora, ou num espaço ao ar livre, varanda, quintal, ou coisa do tipo... é pra pensar...


Me ajudem, ainda estou perdida... e vcs são t a n t o s !!!!!!!!!



Fui,

Mariângela








quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Família Caldeira Brant

Olha que foto!!! Dona Nenzinha e Seu Nem


Boa noite, gente!!! Depois de tudo o que passamos juntos ou separados pela distância física, o melhor a fazer é continuarmos mantendo essa união verdadeira compartilhando momentos, situações, histórias, fotos, ou qualquer pedacinho que se encaixe nessa nossa vida de Caldeira Brant. Nossa história, nossa família, nosso coração e razão, os porquês de muitas de nossas atitudes e sentimentos, tudo fica ligado mesmo com o passar dos anos... é um priminho que nasce, é uma memória que volta, um sossego repentino na alma, mas sempre, sempre teremos características ou fatos relacionados uns com os outros... isso é viver, isso é ser Caldeira Brant. Resolvi criar este blog na data de hoje, porque para mim é uma data muito especial, é o aniversário da "Dina", (é assim que os bem próximos a chamamos, e já me incluí), ou melhor Suzana Meira, como todos conhecem, ela é tia do Guilherme ( guardião do meu coração).

Vou falar um pouquinho sobre a "Dina", ela estuda há muito tempo sobre as famílias de Bocaiúva, inclusive a nossa, mas na verdade o que quero contar sobre ela é o quanto aprendo durante nossas conversas e bate-papos. Além de saber muito sobre as famílias e antepassados, fui vendo quanta cultura ela tem; muitos podem achar que falar do passado e não viver o presente, mas na verdade o que ela mostra é exatamente o contrário, é através do passado e dos antepassados que podemos viver bem o presente e aceitar o futuro. è não deixar que as lembranças e memórias mais antigas se percam numa próxima geração... obrigada "Dina" por me fazer enxergar, e poder traduzir em algumas palavras o que tenho dentro de mim que vem diretamente do Seu Nem e da dona Nenzinha. Desculpem começar com tantas palavras meio que emboladas, mas com o tempo elas se encaixarão na história, que se Deus quiser, todos nós, pais, tios, primos, netos e bisnetos vamos remontar de agora em diante. Escrevam, me ajudem todos, não vamos deixar que o tempo leve também o que está a salvo internamente!!!



Beijocas a todos,

Mariângela